quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

### 17 - Evidências de que Eclesiastes é o livro mais pessimista (e portanto sensato) da Bíblia.

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Vaidade de vaidades! – diz o pregador, vaidade de vaidades! É tudo vaidade. (1:2)

O que foi, isso é o que há de ser; e o que se fez, isso se tornará a fazer; de modo que nada há de novo debaixo do sol. Há alguma coisa de que se possa dizer: Vê, isto é novo? Já foi nos séculos passados, que foram antes de nós. Já não há lembrança das coisas que precederam; e das coisas que hão de ser também delas não haverá lembrança, nos que hão de vir depois. (1:9-11)

Por que quê mais tem o homem de todo o seu trabalho e da fatiga do seu coração, em que ele anda trabalhando debaixo do sol? Porque todos os seus dias são dores, e a sua ocupação é desgosto; até de noite não descansa o seu coração; também isso é vaidade. (2:22-23)

E certamente, ainda que vivesse duas vezes mil anos, mas não gozasse o bem, não vão todos para um mesmo lugar? Todo trabalho do homem é para sua boca, e, contudo, nunca se satisfaz a sua cobiça. (6:6-7)

Melhor é a boa fama do que o melhor ungüento, e o dia da morte, do que o dia do nascimento de alguém. (7:1)

Melhor é a tristeza do que o riso, porque com a tristeza do rosto se faz melhor o coração. O coração dos sábios está na casa do luto, mas o dos tolos na casa do alegria. (7:3-4)

Melhor é o fim das coisas do que o princípio delas; melhor é o longânimo do que o altivo de coração. (7:8)






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