quarta-feira, 22 de setembro de 2010

* Avisos aos leitores do blog.


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É, não vai dar. (Rômulo Castro, numa lanchonete para gamas às 13h15 de 13/09/2010, quando percebeu que havia falido existencialmente e que não havia mais saída para lugar algum.)

Que inferno. (Duan Conrado Castro, às 18h47 de 13/09/2010, enquanto comia um sanduíche de R$ 14,00 num Shopping center freqüentado pela alta burguesia curitibana e percebeu que os atores de Malhação realmente se inspiram em pessoas reais – betas e alfas.)


O mundo acabou. (Duan Conrado Castro, às 11h55 do mesmo dia, enquanto se dirigia para o trabalho e observava a paisagem apocalíptica curitibana.)
Você acha que eu tenho medo de morrer?? (Duan Conrado Castro, às 18h13 do mesmo dia, respondendo às ameaças de um assaltante delta que tentou, em vão, intimidá-lo.)



Sabe aquela sensação de que se seguiu durante anos um caminho que, agora, não é mais conveniente seguir e do qual é necessário se desfazer? Espero que você não saiba, pois não é uma sensação agradável.

Essa sensação vem me perseguindo há alguns meses. Está na hora de abandonar o nível da realidade "universo simbólico" e retornar ao nível "prático e pré-teórico", o qual é mais adequado a minha condição econômica e social (trabalhador gama) e do qual eu talvez nunca devesse ter saído. Não que eu me arrependa. Quem se arrepende erra duas vezes. Eu sei que (quase) sempre tomei as melhores decisões de acordo com as informações que me estavam disponíveis. Mas eu descobri novas informações, que tornaram irracional - para mim - permanecer no caminho que eu segui até então. Às vezes desistir é a melhor opção.

Falarei mais sobre tudo isso no último capítulo do blog.

***

Interromperei as atividades desse blog até o segundo semestre do ano que vem. Motivo: para poder dedicar-me às pesquisas relativas a minha monografia de bacharelado em ciências econômicas. Eu tentei conciliar as pesquisas relacionadas ao blog e à monografia, mas fracassei.

***

Eu planejava tirar férias desse blog para me dedicar à monografia somente depois que postasse os capítulos 118 a 123, além do ### 39. Todavia, os capítulos 118 e 121 estão dando tanto trabalho que eu, depois de passar semanas escrevendo-os, simplesmente perdi a paciência de continuar trabalhando nesses que seriam os capítulos mais longos do blog. Por isso, resolvi postergar a finalização de todos esses capítulos para depois da conclusão do meu trabalho monográfico - o qual eu resolvi colocar como prioridade, já que o meu jubilamento se aproxima.

Essa procrastinação poderá ser fatal para esses capítulos, pois nada garante que na metade do ano que vem eu terei alguma disposição em concluí-los, embora eu queira fazê-lo e não tenha o costume de abandonar projetos inacabados.

***

Segue a lista dos capítulos que ia postar antes de sair de férias e que ficaram para o ano que vem:

CXVIII - Acerca de esboços de uma crítica (e de uma metacrítica) às teorias da conspiração: Vontade de saber/poder, teleologia, fetichismo e construção social da realidade (nas comunidades interpretativas). [Previsão para postagem: 11/09/2011]

CXIX - Meu deus quanto tempo eu estive sem saber? Isso não poderia ter acontecido? # 5 ? - O Papa no trono de Satanás? [Previsão para postagem: 18/09/2011]

CXX - Acerca de um índice numérico para a "Crítica da razão pura". [Previsão para postagem: 25/09/2011]

CXXI - Acerca do cânon de Duan Conrado Castro - A minha lista de livros relevantes. [Previsão para postagem: 02/10/2011]

CXXII - Acerca da gestão do tempo: Quem tem tempo para fazer tudo isso? - Um prelúdio do fim desse blog. [Previsão para postagem: 09/10/2011]

CXXIII - Acerca de cinco textos que estavam fracos demais para serem postados como capítulos desse blog - mas que eu posto aqui assim mesmo. [Previsão para postagem: 16/10/2011]

#### 39 - Civilizações tecnológicas na pré-história. [Previsão para postagem: 23/10/2011]

***

Pretendo, também na segunda metade de 2011, postar a própria monografia na forma de alguns capítulos desse blog (quem sabe em apenas um, se o Blogger não estipular que o texto ficou grande demais para uma postagem apenas).

Eu pretendia escrever uma monografia sobre as mudanças econômicas e sociais nos últimos 2,5 séculos de capitalismo nos países desenvolvidos. Mas as minhas pesquisas relacionadas a esse assunto e aos mais diversos temas paralelos e transversais, pesquisas iniciadas em 2009, se expandiram tanto que eu simplesmente perdi o foco e hoje não estou mais com disposição para empreender um trabalho tão pretensioso e desnecessário para o nível de mera monografia.

Por isso decidi substituir o foco da monografia para um objeto bem mais restrito: o livro infantil "O pequeno príncipe". O que eu pretendo fazer é transformar o conteúdo do capítulo 101 numa monografia. Se eu vou conseguir, é outra coisa. O fato é que o meu tempo está se acabando e que eu preciso escrever alguma monografia antes que seja tarde demais.


CXXIV - Uma metacrítica social de orientação marxista para o livro "O pequeno príncipe". [Previsão para postagem: 30/10/2011]

***

Após postar a monografia, eu pretendo postar apenas mais dois capítulos:

CXXV - Acerca de excertos da introdução do "Tratado sobre o universo e outros assuntos - para um esgotamento da linguagem". [Previsão para postagem: 06/11/2011]

CXXVI - Acerca do dia em que as pessoas simplesmente desistiram. [Previsão para postagem: 13/10/2011]

CXXVII - Acerca do encerramento desse blog e do que mudou na minha vida desde que ele foi iniciado. [Previsão para postagem: 20/10/2011]

***

Eu pretendia escrever sobre vários outros assuntos, porém em função dos recentes acontecimentos (que serão posteriormente relatados...) eu perdi a disposição em empreender esse projeto, por perceber que posso usar o meu tempo em algo mais proveitoso para mim mesmo.

Isso significa que o blog provavelmente será encerrado no capítulo CXXVI, em 13/10/11.

***

Não há garantias de que eu realmente irei postar esses capítulos, ou de que irei cumprir os prazos indicados. Todavia, a monografia eu vou escrever (a menos que eu morra ou fique inválido – que está longe de ser impossível), e o capítulo final eu me comprometo a escrever, pois acho que os leitores precisam ser alertados do caminho perigoso e, ao que tudo indica, inviável que eu segui nos últimos anos. Talvez eu faça no último capítulo uma espécie de retrospectiva na qual irei ratificar/retificar/criticar/desdizer o conteúdos dos principais capítulos do blog, além de falar longamente de mim mesmo e da minha vidinha miserável (o que, a rigor, eu nunca fiz nesse blog).

***

Peço desculpas aos leitores por não ter postados esses avisos antes. Mas é que eu estava tentando terminar o capítulo 118, quando eu vi que ele já estava com 20 páginas e eu não tinha nem chegado na metade. Daí passei a ter alguns problemas pessoais (os quais serão devidamente relatados no último capítulo) que simplesmente retiraram toda a minha disposição em continuar o trabalho de redigir os textos para esse blog, ao menos enquanto eu não concluir a tal da monografia.




***

Tempore, quo cognitio simul advenit, amor e medio supersurrexit.

59 comentários:

Anônimo disse...

Boa sorte em suas pesquisas e sua monografia.
Vida longa e próspera pra vc tbm :)

Duan Conrado Castro disse...

Caro anônimo,

Agradeço pelos seus votos. Se meus planos megalomaníacos derem certo, eu até conseguirei viver alguns milhares de anos...Mas isso é improvável. Falarei sobre isso no último capítulo do blog.

Até 2011 (se é que estaremos vivos até lá).

Anônimo disse...

Eu também, faço votos de sucesso aos projectos que o autor esta a desafiar.

Nao acho um absurdo que nas bordas de um desses lugares escarpado, possa-se sentar por um instante na quina do mesmo, e olhar atentamente, uma vez mais, para todas as direcções

Ainda que em vao, ate 2011 .

Boa sorte.

Duan Conrado Castro disse...

2° anônimo,

Grato pelos seus votos. Até 2011...

Felipe disse...

Seu blog é um dos meus favoritos.
Paz para você!

Duan Conrado Castro disse...

Valeu Felipe.

Anônimo disse...

olá...só quero dizer que seu blog é muito bom e esclarecer uma curiosidade: você acredita em magia?

Anônimo disse...

esqueci de agradecer: obrigado pelos seus pensamentos escritos.

Duan Conrado Castro disse...

Anônimo,

Fico feliz que alguém se sinta grato pelo que escrevo. É por saber disso que eu vou me dar ao trabalho de escrever os capítulos finais, em vez de simplesmente abandoná-los pelas metades.

Acreditar em magia eu não acredito. Porém se tivesse tempo (leia-se: se não tivesse que trabalhar) eu iria estudar esse assunto mais a fundo, assim como tantos outros.

Eu cheguei a participar do Grupo Gurdijieff de Curitiba, mas acabei saindo por achar que há questões mais prementes para resolver na minha vida. Isso mostra que eu não descarto o ocultismo ex ante, como um cético/ateu materialista/cientificista faria. Todavia, eu sou alguém bem agnóstico e pouco crédulo, por isso é provável acabaria me cansando rapidamente de estudar magia (a menos que os resultados viessem rápido, o que é improvável).

Anônimo disse...

Você é idealista?

Duan Conrado Castro disse...

Não sou não. Eu não sou nem idealista nem materialista - penso que as duas interpretações são insuficientes e metafísicas. Agora, se vc disser que eu "tenho que" pender para um dos lados...eu ficaria com o materialismo.

Eu penso que o idealismo pode ter alguma validade em termos de universo holográfico (vide capítulo ### 15: http://outsidercaos.blogspot.com/2009/01/15-o-universo-como-um-holograma.html). Várias vezes eu me pego pensando no universo (e na sociedade e nas pessoas também) como um computador, cujas linhas de programação (as "idéias") configuram o mundo material.

O que mais me caracteriza é a indefinição. Eu nunca vou ficar confortável em estar preso em certa linha de pensamento (o idealismo, por exemplo). O que me atrai é uma permanente crítica e metacrítica de tudo, de todos os discursos interpretativos (uma "revolução permanente", uma "destruição criativa", uma "devastação do mundo") - nenhum deles é capaz de me convencer.

Eu sou um radical descrente, um incurável agnóstico. Penso, com Robert Anton Wilsson, que "a crença é a morte da inteligência".

Saliento que, embora eu fale bastante de Schopenhauer (um "idealista fisiológico") nesse blog, eu também falo bastante de Marx (um "materialista histórico"). Nunca me considerei nem schopenhauriano nem marxista - pelo menos não nos sentidos estritos dos termos (no sentido de sectário, fiel, prosélito). É verdade que houve uma época em que eu acreditei que Schopenhauer havia realmente "decifrado o enigma".Mas não acreditei por muito tempo. E definitivamente não acredito atualmente.

Mais informações sobre mim, leia no capítulo XCIV (http://outsidercaos.blogspot.com/2010/01/xciv-acerca-de-uma-tentativa-de.html), embora ele já esteja um pouco defasado, e no capítulo final que eu ainda escreverei.

ostinatoinsidioso disse...

Olá, vim parar aqui por causa de uma mera curiosidade acerca de Veblen e gostei do que vi, pena ter chegado nesse interregno. Identifiquei-me com algumas palavras, temas em comum, além de Curitiba, economia etc. Sucesso nas suas empreitadas. Abraço.

Duan Conrado Castro disse...

Pois é, também lamento ter que parar as atividades do blog (e depois ter que encerrá-lo de vez).

Veben é demais..."A teoria da classe ociosa" é um dos meus livros favoritos.

ostinatoinsidioso disse...

Eu tinha conhecimento de Veblen através de notas de rodapé e, de certa forma, a imagem que eu tinha da sua obra, entre outros fatores, me levou a optar pelo curso de economia, embora eu previsse que nunca ouviria falar dele em aulas. Na verdade todos os textos sobre ele com que eu me deparei enfatizam uma certa excentricidade da sua biografia, o que também me atrai. Sobre suas idéias propriamente ditas, basicamente o que eu vi foram comentários esparsos do Galbraith e notas em livros de HPE. A noção de comparação odiosa tinha passado batido, por exemplo, e por isso o teu texto foi bem vindo. E isso me obriga a colocar a Teoria na minha lista de leituras. A propósito, vc gosta de Simmel e a filosofia do dinheiro?

Duan Conrado Castro disse...

Eu me atrai pela economia por causa de Marx. A minha diferença com relação a você é que eu realmente acreditei ingenuamente que ele seria bastante estudado no curso de economia (o que obviamente não ocorreu). Quanto ao Veblen, descobri ele num artigo do Belluzzo na Carta Capital, há anos. Se dependesse da faculdade, nunca saberia quem foi Veblen. Os professores às vezes até mencionam a "economia institucional", mas a mesma não está no currículo (e se não está no da UFPR, muito menos está numa FAE ou Unicuritiba ou nas uniesquinas da vida e da morte). No mesmo texto, Belluzzo me apresentou a Marcuse (outro que eu nunca iria conhecer a se depender do curso de economia).

Sinceramente, só fui descobrir Simmel e a Filosofia do dinheiro esses dias, quando li em algum texto marxista que essa filosofia foi influenciada pela teoria do valor de Marx (e pelo fetichismo da mercadoria, alienação, reificação, etc.). Ou seja, a se depender a UFPR também não saberia de nada disso.

A minha sede por obter respostas não fornecidas pela grade curricular do curso de ciências econômicas me levou a eu me afundar num autodidadismo paralelo ao curso de economia e ao trabalho. Um dos resultados desse autodidatismo é o presente blog.

O autodidatismo me levou a optar por uma monografia outsider que está me consumindo bastante esforço, já que NADA aprendido no curso constará nela. De certa forma, eu até me arrependi de fazer isso: teria sido melhor fazer uma monografia bem óbvia e me livrar do fardo de uma vez.

Agora eu estou à beira do jubilamento (no fim desse ano),e tenho que empreender uma monumental pesquisa solitária apenas para conseguir me formar. E, no ponto em que estou, nem vale a pena voltar atrás e escrever um texto tradicional, porque esse também exigiria bastante esforço (principalmente por causa do meu desgosto e má vontade com relação ao conteúdo tradicional do currículo).

O meu "erro" foi fazer economia. Eu devia ter feito ciências sociais ou filosofia. Não fiz o primeiro porque só tinha (e só tem até hoje, presumo), curso matutino, e eu já havia sido alertado pelo meu pai que ele não ia me manter somente estudando: eu ia ter que trabalhar. Por isso o curso teria que ser noturno.

Quanto à filosofia, eu tinha medo de cair num mundo metafísico que me alienasse da realidade concreta do dia a dia. Nesse sentido - pragmático - foi até bom ter feito economia, em vez de me perder em platonismos e discussões que pouco ajudam a viver no mundo cão.

ostinatoinsidioso disse...

Nossas escolhas sempre são condicionadas, eu sei bem o que é isso. Quanto ao teu 'erro' acredito que foi a opção que traria menos custos e, afinal, vc acaba satisfazendo o teu pendor para sociologia ou filosofia com a carga de autodidatismo que vc se impõe. Aliás, essa é a única maneira de tentar fugir da mediocridade da especialização...

De qualquer forma, eu acredito que a economia pode ser mais capaz de aguçar a visão da sociedade que as outras opções. É impossível sair do curso com uma visão ingênua das coisas - a não ser que seja conveniente, isto é, seu autointeresse é preservado por essa suposta 'ingenuidade'.

Sobre o Simmel é mesmo mais natural que ele esteja excluído de debates sobre economia, já que sua obra é pluralista e mais 'underground' que Veblen. O que eu li sobre ele foi num artigo de uma revista de estudos religiosos, que tratava da idéia de Deus-dinheiro.

Duan Conrado Castro disse...

Para mim, quase todos os meus colegas da faculdade continuam tão ingênuos quanto eram quando nela entraram...E olha que eu passei por várias gerações, já que estou à beira do jubilamento.

Mas talvez eu seja exigente demais, ou incapaz de perceber um suposto amadurecimento sutil e não tão explícito...Ou não: eles não amadureceram, e se houve amadurecimento, pode ter resultado da vida, do trabalho, dos relacionamentos amorosos, tudo menos do curso que é feito pro forma, "nas coxas", de maneira acrítica e escolástica, apenas para conseguir o diploma.

Fico chocado quando, no quinto e último ano, percebo que apenas eu sou capaz de responder algumas das perguntas dos professores: os nobres colegas já esqueceram tudo, e continuam patinando na linguagem medíocre, reificada e linear do senso comum.

ostinatoinsidioso disse...

Vc tem razão, eu falei embasado em mim mesmo e em outras colegas do curso com quem eu tive mais contato, justamente por afinidade, então é uma amostra enviesada e eu generalizei indevidamente. Mas isso não quer dizer que a economia não ofereça essa capacidade de <>. Mas como eu falei, um aluno pode preservar sua visão doce das coisas por conveniência, afinal, um filho de empresário que herdará o negócio do pai não precisa pensar a respeito de mais-valia enquanto seu padrão de vida é mantido, e pode-se facilmente justificar todo o Estado como espoliação legal e essas coisas, e o mesmo se passa do outro lado, enfim.

ostinatoinsidioso disse...

"tornar-se menos ingênuo", eu disse, mas o blogger sequestrou a frase.

enfim, é uma conversa atípica para uma caixa de comentários hehe.

Duan Conrado Castro disse...

Ok.

Já tive conversas bem mais longas, desgastantes e digressivas nos comentários de outros capítulos.

Anônimo disse...

Duan,eu tbm quero lhe agradecer pelos seus escritos postados no blog. Obrigado mesmo!Sempre procuro lê-los de vez em quando.E como vai o andamento da sua monografia e os últimos capítulos do blog?Abraço.

Duan Conrado Castro disse...

Grato pelo agradecimento.

A monografia vai mal, muito mal. Na verdade quem vai mal,muito mal, sou eu mesmo. A minha energia está esgotada. O meu irmão diz que se eu tirasse férias talvez a recuperasse.Eu nunca tirei férias na vida. Por tirar férias, entenda-se não fazer nada e relaxar. Eu nunca relaxo - para mim não há descanso. Mas pelo jeito eu vou ter que mudar isso, se eu quiser sobreviver o máximo possível (como quero - mais informações no capítulo final...)

Eu vou tirar férias no trabalho entre 04/03 e 11/04. Mas descansar e ficar sem fazer nada está totalmente fora de cogitação: nunca esteve tão fora de cogitação. Eu vou tentar "desesperadamente" acabar a monografia nesses 37 dias que eu terei apenas para mim. Mas estou cético quanto a minha capacidade de acabar a monografia de vez dentro desse prazo.

Já é quase certo que eu nem vou mais tratar do pequeno príncipe na monografia. Talvez fale apenas de literatura infantil em geral, ou mesmo de literatura em geral: é que para falar do pequeno príncipe eu tenho que, antes, falar desses dois tópicos. Mas ocorre que eles, sozinhos, já são suficientes para render uma monografia. E como eu já estou exausto, vou acabar entregando "qualquer coisa" e, portanto, não vou me dar ao luxo de escrever um texto sobre o pequeno príncipe.

Mas eu ainda não sei...Ainda quero escrever sobre o pequeno príncipe, e talvez eu faça um grande sacrifício para cumprir esse objetivo.

Eu ainda quero, também, postar todos os capítulos indicados acima. Só não sei se vou conseguir postá-los dentro dos prazos indicados. Se não for conseguir, certamente vou avisar.

A boa notícia é que eu vou postar outros capítulos não anunciados, e que já estão, inclusive, redigidos. E porque eu "perdi" tempo escrevendo capítulos do blog enquanto deveria estar redigindo a monografia? É que isso é mais forte do que eu: quando a idéia vem eu "tenho que" desenvolvê-la. Como diria Goethe: "Aproveite a boa disposição, pois ela é tão rara."

Eis os novos capítulos:

- Acerca da saturação informacional como determinante da configuração mental do outsider - Adendo ao capítulo CVII.
- A tentação do esoterismo: Acerca da "sensação de irrealidade" como porta aberta para o ocultismo.
- Acerca do dia em que as pessoas simplesmente desistiram.
- Acerca de esboços de algumas características da minha utopia transhumanista.

Creio que o que ocorreu comigo - a fonte desse meu cansaço - é a tal da "saturação informacional": eu quis saber mais do que meu cérebro é capaz de absorver. Isso é visível inclusive no aumento do tamanho dos capítulos do blog: antes eram curtos, e agora ficaram tão grandes que eu tive que para de postá-los semanalmente, pois não consigo mais redigi-los a tempo.

Duan Conrado Castro disse...

http://bloglaurabotelho.blogspot.com/2010/06/plano-basico-de-sobrevivencia-mantenha.html

http://evoluindo-sempre.blogspot.com/2010/06/entenda-o-que-e-nexus-2012-recomendado.html

http://rmorais76.blogspot.com/2011/03/senhora-anunnaki-da-reencarnacao.html

http://rmorais76.blogspot.com/2010/11/reencarnacao-ciclo-anunnaki.html

http://bloglaurabotelho.blogspot.com/2011/01/em-abril-termina-nosso-prazo.html

http://bloglaurabotelho.blogspot.com/2011/01/ofiuco-um-novo-signo-ou-signal-dos.html

http://bloglaurabotelho.blogspot.com/2010/09/o-centesimo-macaco-ressonancia-morfica.html

Duan Conrado Castro disse...

http://rmorais76.blogspot.com/2010/11/ditadura-cientifica-acaba-de-comecar.html

Vinícius Rodrigues disse...

Duan, um dos poucos caras (não considerando os pensadores renomados, embora estes também sejam poucos) que admiro

Duan Conrado Castro disse...

Grato. O que vc achou dos links que eu postei aí em cima?

Talvez você não me admirasse (mais/tanto) se soubesse "por onde eu ando ultimamente".

As férias já estão quase acabando, e a monografia nem foi começada. Eu acabei "perdendo tempo" com uma série de contratempos.

Tentei pesquisar um pouco mais sobre teorias da conspiração e achei, entre outras coisas, esses links aí.

Lamento avisar, mas o meu retorno vai demorar. Tenho que terminar a monografia até o fim do ano (quantas vezes eu já disse isso?).

Minha mente está em desintegração. Eu quero me reencontrar. E sei que para isso preciso seguir outro caminho que não o que segui ao longo desse blog.

Gostaria muito de escrever novos capítulos para o blog, para mostrar as mudanças indicadas pelas minhas novas pesquisas, mas vou demorar para voltar.

Anônimo disse...

A UTOPIA DO AUTOCONHECIMENTO:
http://www.youtube.com/watch?v=IXKUIVOSrx8

Duan Conrado Castro disse...

KKKKKKKKKKKKK, mais uma utopia nesse mundo de ilusões. Valeu anônimo por me mandar esse vídeo. Não assisti as 12 partes. Vou deixar para ver depois. Ele será útil, já que eu pretendo, depois que encerrar o blog, justamente me dedicar ao autoconhecimento...

Aline disse...

Pois é...estou guardando alguns links e resolvi mandar esse video.Ele é muito bom...
Até

Anônimo disse...

Esse Pondé é só mais um Olavo de Carvalho da vida. Fica aqui meu aviso.

Duan Conrado Castro disse...

OK, serei cauteloso.
Aline, se quiser postar mais dicas, fique à vontade.

Marcos disse...

A ideia de envelhecer te incomoda ou não?

Duan Conrado Castro disse...

Incomoda sim. Mas pior do que envelhecer é envelhecer sem ter vivido a própria juventude (que eu "joguei fora" apodrecendo no meu quarto).

Gi disse...

Em algum momento da sua vida vc acreditou em deus?ou sempre foi ateu?

Duan Conrado Castro disse...

Acho que acreditei até uns 12 anos. Mas nunca fui nenhum fanático. Acreditava porque não tinha acesso a nenhuma outra metanarrativa que não a da igreja. O rompimento oficial apenas ocorreu com 15 anos.

ostinatoinsidioso disse...

a propósito, vc conhece aquele livro de HPE da série os economistas, do Heilbroner? Tem um capítulo sobre o Veblen que traz fatos pitorescos da sua biografia, entre algumas pinceladas da obra. Mas tem uma piada (mito?) muito boa: o professor Veblen pergunta para uma aluna muito religiosa qual o valor da sua igreja em barriletes de cerveja hehe... eu me lembro disso e de alguns idéias da Teoria da classe ociosa e começo a rir sozinho.

Duan Conrado Castro disse...

Na recente expansão entrópica da minha mente eu acabei abandonando o estudo da HPE. Não conheço esse livro do Heilbroner não, vou colocá-lo na minha lista, para eu estudar algum dia (possivelmente nunca, a não ser que as profecias de Kurzweil se cumpram e eu possa me beneficiar delas). Lembro que o “A era da incerteza”, do Galbraith, também dedica um capítulo ao Veblen. Lembro que Galbraith diz que Veblen fazia sucesso com as mulheres, apesar da feiúra dele. Aliás, o Galbraith foi bastante influenciado pelo Veblen.

ostinatoinsidioso disse...

hehe, essa questão do Veblen galante também é contada no livro, aliás, a parte biográfica às vezes é digna de revista de fofoca, o que não deixa de ser engraçado. Mas o interessante é que há um capítulo apenas para o Veblen, enquanto não há capítulo exclusivo para Marshall, Walras ou qualquer economista austríaco.

Fernando disse...

Oi Duan, vc acha que um dia a nossa especie que alem desse corpo que precisa constantemente, tem tb esse outro self semi-embutido que possui a interressante capacidade de questionar a si e ao cosmos de que e parte, seria um dia, atraves da auto consciencia (digo isso no mais `cientifico` termo possivel), capaz de subjugar a ditadura dos padroes darwinianos que regem toda a vida deste planeta?
padroes estes que resultam numa `evolucao` pelo desenvolvimento e perpetuacao das caracteristias do mais `apto`a vencer a batallha de hoje do jogo sem fim ..mas que ao meu ver e um dos fatores primordias das tragedias dos seres vivos deste planeta.

Digo, vc acha que nos um dia poderemos deixar de ser seres humanos?
aproveitar a crescente expansao do conhecimento, e
sobrepujar a natureza deste mundo. uma troca de um sistema agressivo para um de cooperacao.

`Nos somos uma forma do Cosmos conhecer a si proprio` Pensei um pouco nessas coisas quando vi o Carl Sagan Falando sobre o Cosmos

Sei que vc esta mto ocupado, mas se puder perder alguns minutos comigo tecendo algum comentario sobre isso eu ficaria muito contente.

Abrcos

Duan Conrado Castro disse...

Ostinatoinsidioso,

“...Marshall, Walras ou qualquer economista austríaco.” Argh!, só de ouvir o nome dessa gente eu já passo mal. Sraffa neles!

Duan Conrado Castro disse...

Fernando,

O que eu posso lhe dizer é que eu ando preso nessa questão já há algum tempo, e que ela, no fundo, é uma questão tão ampla que é provável que eu vá levar a vida inteira para respondê-la, se é que vou conseguir chegar a uma resposta. Quanto mais eu tento cercar essa questão mais eu percebo que ela envolve TUDO, e que, portanto, uma resposta confiável do ponto de vista de uma racionalidade não dogmática é extremamente problemática, dada a limitação cognitiva humana.

De certa forma, essa questão remonta aos primórdios da humanidade. Na Epopéia de Gilgamesh, o texto mais antigo conhecido, o protagonista já buscava a imortalidade. Adão e Eva foram expulsos do paraíso “para que não comam da Árvore da Vida e vivam eternamente”. A utopia é outro assunto que remonta aos primórdios da humanidade, e exige uma discussão profunda sobre imaginário e racionalidade instrumental.

Como disse Camus, “o homem é o único ser que se recusa a ser o que é”. Penso que a questão da transcendência – e da insatisfação que a anima – é uma constante na história humana. Que há um desejo recorrente dos seres humanos de superarem sua condição, não há muita dúvida. Mas desejar não é, nem de longe, garantia de sucesso. (Geralmente esse desejo é reprimido pela religião: o desejo de transcendência é transferido para um deus, um outro, em vez de se buscar exercê-lo. Assim, o multivíduo é educado a se resignar com a própria mediocridade e a sonhar com uma transcendência pós-morte concedida em troca de bom comportamento durante a vida)

A resposta para esse tipo de pergunta sempre passa pela ontologia. A resposta será uma ou tantas outras, a se depender do modelo de ser humano e de sociedade que se adota. E qual modelo é mais verdadeiro? Em outras palavras: O que é a realidade? Bem, para isso é preciso conhecer muitos modelos a fundo, para depois compará-los (e assim mesmo, apenas ter-se-á uma resposta parcial, humana, demasiado humana). E essa é uma tarefa multidisciplinar, que passa por sociologia, antropologia, psicologia, biologia, neurociência, filosofia, etc – no limite, por uma síntese de todo conhecimento humano.

Eu penso que é humanamente impossível se chegar (numa única consciência) a uma síntese ontológica da própria humanidade. Pois o volume de conhecimento necessário transcende as capacidades de processamento e armazenamento cerebral de qualquer ser humano. O que se vê, na prática, são centenas de “escolas” de pensamento, cada qual estudando uma parte do todo e advogando para si o mérito de ter desvendado o grande mistério (quem somos e para onde vamos – é muito improvável que se consiga responder a segunda questão sem a primeira). Penso que isso é algo intrínseco à vontade se saber/poder: como é humanamente impossível ter uma visão da complexidade, o que se faz é generalizar aspectos particulares. Quanto mais ampla a visão, menos profunda ela é: quanto mais exata e científica, mais limitada, mais fragmentada e menos esotérica. Isso tem tudo a ver com a limitação humana, com a escandalosa pobreza da vida de cada ser humano, cercado de limitações por todos os lados.

Penso que a única forma de se chegar a uma sistematização ontológica mais adequada e realista é por meio da fusão de mentes humanas com a computação: a criação artificial de inteligências bilhões de vezes maiores do que se é obtido naturalmente (a natureza produz muito raramente um Q.I de 400, enquanto o Q.I. médio é de uma fraqueza escandalosa). Agora, uma vez obtida a síntese ontológica, nada garante que isso seria suficiente para promover uma construção de uma utopia. Há outras questões em jogo.

Duan Conrado Castro disse...

Um dos problemas é justamente o uso (sempre político, político no sentido amplo do termo) que se faz da tecnologia. A mesma tecnologia que poderia ser usada para aumentar o Q.I de todos os seres humanos (imagine se todo mundo nascesse com um Q.I. de pelo menos 180, isso provavelmente resolveria muitos problemas), pode ser usada para emburrecer (ainda mais) uma massa de escravos enquanto uma pequena elite se desenvolve a ponto de chegar a semi-deidade (vide, por exemplo, Admirável Mundo Novo e os filmes Star Wars). É difícil ignorar a capacidade da ciência de amoralmente ser usada pelo poder para transformar a vida em objetos cinicamente administrados (vide o que é feito na “indústria de transformação de proteína vegetal em animal”).

Para termos modelos probabilísticos do que pode ou não ocorrer no futuro, nós precisamos, antes, ter um conhecimento AMPLO E PROFUNDO da condição humana atual: e eis a grande dificuldade: construir esse conhecimento sendo um ser humano limitado. Dependendo-se do “mix” de modelos que se tome como representante da verdade (escolha SEMPRE contingente e subjetiva), os prognósticos – e junto com eles as decisões a serem tomadas – são completamente diferentes.

O Kurzweil monta uma metanarrativa que serve como tentativa de forjar uma comprovação para uma teleologia que apontaria para a possibilidade das forças evolutivas e entrópicas (da natureza) produzirem uma transcendência da natureza humana. Em outras palavras, Kurzweil cria uma argumentação que afirma que, assim como a evolução permitiu o surgimento da vida e, depois, da computação com base em base em neurônios, elas também aponta para a superação dessa computação pela fotônica, muito mais eficiente e apta a enfrentar os obstáculos à reprodução da vida.

Bem, por mais que Kurzweil recorra basicamente às ciências exatas e biológicas para fundamentar o seu discurso, isso não é suficiente para dar-lhe uma legitimidade inabalável. É possível desconstruir o discurso dele por meio de outras metanarrativas (psicanálise, sociologias, ciência política, teorias da conspiração). De novo, caímos no problema das muitas interpretações ontológicas possíveis – dos múltiplos discursos de mundo disponíveis, impossíveis de serem sintetizados por qualquer humano que seja. De novo caímos em idiossincrasias, contingências e subjetividades: o oposto de uma racionalidade não dogmática.

Então, a questão parece-me insolúvel. O que não significa que não seja possível tentar se aproximar de uma resposta mais bem fundamentada. No meu caso, penso que a resposta passa pelo estudo da sociologia do conhecimento, da antropologia, da ciência política, das utopias, etc. Mas isso é uma subjetividade minha. Outros diriam que o caminho é outro que não esse.

O que posso dizer é que eu tenho uma descrença e um desprezo pela condição humana tal como ela se apresentou até o presente momento. A humanidade, ao que parece, não terá muitas opções no futuro – isso se ela sobreviver por muito tempo – que fujam da dicotomia: repetir a natureza humana tal qual ela sempre foi ou manipulá-la para criar seres pós-humanos. Embora eu ache que a chance de ocorrer tragédias (criarmos monstros, ditaduras tecnotrônicas baseadas em castas (como a descrita em Admirável Mundo Novo), ou mesmos destruirmos toda a vida do planeta) sejam bem grandes, assim mesmo acho que vale a pena correr o risco. Mas é claro, essa minha opinião está fundada no próprio modelo ontológico que eu tenho e que está, em parte, arraigado no meu inconsciente. Penso que a maioria das pessoas “saudáveis” se oporia veementemente à idéia megalomaníaca de usar a tecnologia para mudar a natureza humana, pois elas provavelmente intuem os enormes riscos para a democracia e os direitos individuais, e preferem o que já está garantido do que arriscar tudo numa roleta russa. Mas essa opinião pode ser mudada, via técnicas de persuasão e sedução há muito instrumentalizadas pelos poderes estabelecidos.

Duan Conrado Castro disse...

Mesmo que haja mudanças, a chance de que tudo termine em uma utopia, em um mundo mais justo e harmônico, é, penso, baixa. O mais provável é que caiamos, pelo menos como nível intermediário (de mediação) em uma espécie de sociedade de castas. É provável que o caminho para a emancipação, se existir, seja bem mais tortuoso do que queira acreditar um Kurzweil com seu otimismo que é tão ingênuo que é difícil de acreditar que ele não esteja propositadamente escondendo as más notícias.

Em resumo, não há garantia de final feliz, nem há soluções fáceis. Mas prefiro correr o risco do que ficar nessa mesmice, ou, pior, voltar para algum tipo de “vida simples e natural” (comunismo primitivo) como defendem a maioria dos esotéricos e o pessoal das comunidades alternativas. O caminho é sempre em frente, e o colapso total é sempre um risco concreto.

“Nos somos uma forma do Cosmos conhecer a si próprio.” Mudando-se um pouco as palavras, essa frase poderia ser atribuída tanto a Hegel quanto a Schopenhauer, em ambos com conseqüências teleológicas morais.

Anônimo disse...

Você pretende fazer mestrado?

Duan Conrado Castro disse...

No momento não. O meu interesse sempre foi o generalismo. Mestrado é especialização, e eu não quero ser especialista, mas sim generalista.

Talvez algum dia eu mude de idéia.

Se fosse fazer um mestrado hoje, com certeza o objeto de estudo seriam as teorias da conspiração. Faria um estudo a partir da sociologia do conhecimento e do pós-modernismo.

A ufologia também é um objeto de estudo que vem me interessando, e que com certeza já é estudada pela sociologia do conhecimento e pela antropologia cultural.

Eis um exemplo de estudo acadêmico sobre teorias da conspiração:

http://www.bocc.ubi.pt/pag/bocc-gomes-mentira.pdf

Anônimo disse...

Você foi uma criança diferente da maioria?

Duan Conrado Castro disse...

Isso aqui tá parecendo entrevista de revista...É claro que eu fui uma "criança diferente da maioria".

Não vou aqui fazer um relato da minha infância.

Duan Conrado Castro disse...

http://pt.wikipedia.org/wiki/Transtorno_de_personalidade_esquizoide

http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_de_Asperger

Duan Conrado Castro disse...

http://pt.wikipedia.org/wiki/Despersonaliza%C3%A7%C3%A3o

Anônimo disse...

Inclua-se a inautenticidade de uns senti-mentos e o princípio de individuação, ou a sua negação.

Duan Conrado Castro disse...

Leitura recomendada:

http://forum.outerspace.terra.com.br/showthread.php?t=126477

XD

Anônimo disse...

Se não fosse a linguajem (e a mo-modernidade), pareceria Sade e não Palahniuk... e há histórias similares em:

"Daily Media, Humor, Shocking, News Videos The YNC.com" (http://theync.com/)

Mas se pôr em search "Young Boy behead an Allegded Spy", verá uma criança decapitar a um adulto, além de outros sofrimentos humanos.

Duan Conrado Castro disse...

Oh loko heim? E eu achava que Assustador.com era o fundo do poço...não conhecia esse theync.com.

Com relação ao Sade, está na minha lista de leituras, mas é provável que eu nunca vá ter tempo de lê-lo, já que ele está longe da lista de prioridade.

Anônimo disse...

que coincidência, eu falando com você aqui e você posta um tópico que eu criei. 'prova' (editei o post): http://forum.outerspace.terra.com.br/showthread.php?t=126477

Eu recomendo Georges Bataille, Blanchot, Artaud e outros filósofos e escritores 'malditos'. Nem gosto tanto de Chuck como antes.

Duan Conrado Castro disse...

Coincidência, senhor anônimo (Espasmo)? Talvez. Talvez tenhamos amigo em comum: foi o Thomaz (“Ramirez”, “Bob el Mago”, "Tom", ele atende por outros nomes também) que me indicou essa pérola.

Rômulo Castro disse...

Olá leitores, Duan; sou eu, o Rômulo Castro - irmão do Duan.

Estou apenas passando aqui para dar um oi a todos.

Vou deixar uns rabiscos tb:

"
Eu já vi a Matrix
Estive nos campos de cultivo
Li as escrituras na minha encubadeira
Sei qual escravo sou
Há apenas duas cores em minha mente
Não corres
Vaguei pelo limbo
E o silencio já não me alimenta
No deserto do real só desejo mais uma batalha
Justa
Todo homem encontra aquilo que procura
E depois não vou querer mais nada
Subo o rio e descubro cada vez mais sobre mim mesmo
A prisão de palavras
Com suas grades escritas em códigos
Corpo e mente aprodecendo
Agora
Tudo esta puro
Cristalino como um cristal
Meu corpo ressublimou-se
Jantei uma carteira de cigarros hoje
Estou tendo um colapso nervoso
"

Só rabiscos...


Abraços

Duan Conrado Castro disse...

É nois.

Rômulo Castro disse...

É, não vai dar mesmo. (Rômulo Castro, às 17h26 de 11/05/2011, quando percebeu que havia falido existencialmente e que não havia mais saída para lugar algum e quando percebeu que não havia mais forças dentro de si para lutar contra a melancolia profunda)

Duan Conrado Castro disse...

Sim.

Um dia, de repente, eu virei o mais saudável dos 4 irmãos.

Vide capítulo 118.