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Tempore, quo cognitio simul advenit, amor e medio supersurrexit.


Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, porque é número de homem; e o seu número é seiscentos e sessenta e seis. (Apocalipse 13:18)
"A sexta hora do sexto dia do sexto mês" foi assim que uma jornalista se referiu ao Dia D por ocasião da comemoração dos 60 anos do dia (06/06/1944) no qual os aliados executaram a maior operação militar de todos os tempos, desembarcando na Normandia e blá blá blá. Como nessa época da comemoração (06/06/2004) eu me interessava bastante por teorias da conspiração, eu não pude de deixar de atentar para a numerologia: "A sexta hora do sexto dia do sexto mês" = 666 e 1+9+4+4 = 18 = 6+6+6. Meu deus, como eu não percebi isso antes? Quantas vezes eu ouvi a frase "A sexta hora do sexto dia do sexto mês" sem que ela me remetesse a Apocalipse 13:18?
Embora a minha palavra seja altamente séria e confiável, eu me dei ao trabalho de pesquisar o assunto na Biblioteca Pública do Paraná (por que não achei o que eu queria na internet) a fim de tentar levar a você, leitor, mais confiança quanto à veracidade dessa informação que eu lhe trago. Encontrei vários livros sobre o Dia D. Vou apresentar algumas informações retiradas de um deles, as quais o leitor, se for tão desocupado quanto eu, poderá se dar ao trabalho de confirmar a veracidade.
O livro em questão é "O Dia D - 6 de Junho de 1944: A batalha culminante da Segunda Guerra", publicado por ninguém menos que a Biblioteca Nacional do Exército em 1997; as 755 páginas do documento foram redigidas por Stephen E. Ambrose. O livro é de "história oficial", foi escrito em tom ufanista e efusivo e não tem absolutamente nada a ver com teorias da conspiração. Ou seja é, para essa "nossa" investigação, uma fonte adequada.
Uma coisa que me chamou a atenção foi a questão da "sexta hora", o que era isso exatamente? Sem ela o Dia D seria tão satânico quanto a famosa Rodovia 66.
No texto "33 33 33 = 666: O Raciocínio Satânico da Nova Ordem Mundial" o pastor David Bay faz a seguite menção ao Dia D:
Por que os Aliados deliberadamente esperaram até o dia 6 de junho para atacar? O significado ocultista dos números nos dá a resposta:
Junho é o sexto mês do ano, de modo que corresponde a: 6
O ataque foi realizado no sexto dia do mês: 6
Os algarismos do ano, 1944, somados dão: 18 (6+6+6)
Assim, a data da invasão deu aos líderes ocultistas dos EUA e da Grã-Bretanha dois conjuntos de números criticamente importantes, um 66 e um 666. Os ocultistas crêem que '6' seja o número do homem, '66' seja o número do governo máximo do homem, e que o Senhor '666', o Anticristo, encabeçará esse governo perfeito. A Segunda Guerra Mundial foi uma das três guerras mundiais que os ocultistas aprendem que serão necessárias para preparar o Anticristo [leia o artigo N1015, "O Plano Demoníaco de Albert Pike Para a Implantação da Nova Ordem Mundial"]
Perceba que ele não faz menção à "sexta hora", graças a qual teríamos dois conjuntos de 666. Pois bem, Ambrose nos informa que não houve apenas um "Dia D", mas também uma "Hora H", que estava marcada para as 6:30 da manhã! É claro que se fosse as 6:00 ou as 6:18 os teóricos da conspiração ficariam mais felizes (no caso das 6:18 teríamos a agradabilíssima situação de encontramos três pares de 666). Mas, convenhamos, 6h30 não é de se jogar fora. Seguem citações que se referem à hora H:
"Os bombardeiros começariam ao nascer do sol e continuariam até H menos cinco minutos (o nascer do sol era às 5:58, a Hora H acertada para 6:30)." (página 141)
"Na Hora H, 6:30, oito LCT desembarcariam à esquerda, trazendo com eles para a praia a companhia A do 743° Batalhão de carros de combate." (página 142)
"Quando o primeiro raio de sol apareceu [na página 141 ficamos sabendo que o sol nascera faltando apenas 2 minutos para as 6 da manhã] Hezdte e a elite do sistema nazista marcharam para combatê-los. O primeiro contra-ataque significativo do Dia D estava a caminho. Lançaria uma força de elite americana contra uma força de elite alemã, um teste de sistemas." (página 285)
"Por volta das 6:00, os LCT restantes haviam desembarcado seus carros-de-combate flutuantes." (página 324)
Quanto à escolha do dia, li em pelo menos duas passagens do referido livro [infelizmente não anotei as páginas...] que o dia escolhido inicialmente fora 05/06 e que a data fora adiada para o dia seguinte por causa do mal tempo... Você acredita nisso? Eu também não. É só uma forma de disfarçar o plano original. Ou não.
E daí? O que tudo isso significa? Que os aliados se utilizaram de magia negra na Segunda Guerra? Que existe uma conspiração para nos escravizar? Que há gente paranóica e estúpida o bastante para dar atenção a tudo isso?
Sinceramente, não sei. Deixarei essa questão para a livre reflexão do leitor, uma vez que não tenho nenhuma para compartilhar.

Carta 15, O Diabo.
Muito acima da Terra vi a hedionda face vermelha do diabo, com grandes orelhas cabeludas, a barba pontuda e os chifres curvos de um bode. Entre os chifres da testa do diabo, um pentagrama invertido brilhava com luz fosforecente. Duas asas cinzentas, membranosas, como as asas de um morcego, ambas abertas. O diabo erguia um gordo braço nu com o cotovelo torto e os dedos estendidos, e na palma reconheci o sinal da magia negra. Na outra mão levava uma tocha acesa, apontando para baixo, e dela erguiam-se nuvens de fumaça sufocante. O diabo sentou-se num grande cubo negro, seguro firmemente entre as garras de suas pernas cabeludas como de animais.
(Escrito em 1929 por P. D. Ouspenski e publicado no capítulo V – O Simbolismo do Tarô – do livro Um novo modelo do Universo . Negritos adicionados)
O que diz a Wikipédia sobre o pentagrama invertido? Isto:
Muitas pessoas que se intitulam Satanistas usam o Pentagrama invertido (com duas pontas para cima), afirmando significar o triunfo da Matéria sobre o Espírito, ou a vitória do Mal sobre o Bem. Ainda que, originalmente, o Pentagrama com duas pontas para cima já aparecia, no paganismo pré-cristão, como um dos símbolos da Grande Mãe (pela semelhança com um canal vaginal, um útero e duas trompas). Assim sendo, o pentagrama invertido possui significados paralelos.
Devemos ter em mente que apenas após o advento do Cristianismo, a igreja o associou como símbolo do Mal, numa tentativa de conversão dos pagãos ao culto cristão (Ver Também Inquisição).
Agora, pouco importa se o símbolo é pagão, é ocultista, é satânico, é babilônico, é celta, ou seja lá o que for. O que importa é que não é um símbolo cristão, e está alí, no trono do poder mundial, escondido embaixo do nariz de todo mundo, dessa massa ignara, desses “cristãos imbecis” (Os Protocolos dos Sábios de Sião, XII), e tudo isso numa nação na qual a maioria da população é (ou pensa ser) cristã, numa nação na qual os presidentes pedem constantemente para a população orar (tanto Rosevelt quanto Bush filho pediram para a população estúpida orar quando enviaram os “filhos da democracia” para morrer na guerra).
E é o mesmo bando de imbecis, que é formado tanto por cristãos quanto por céticos, são esses mesmos retardados que não percebem que seus governantes possuem uma religião secreta (a qual apenas pode existir dentro de uma sociedade secreta, criada e mantida por um poder secreto), são esses mesmos idiotas que são enganados descaradamente por seus legítimos representantes, são esses mesmos otários, dizia eu, que debocham de alguém que leva a sério a possibilidade de existir uma conspiração dos governantes para nos escravizar e nos matar. Vão à merda.
Eis a suma irônia perpetrada por esses demônios hipócritas na cara do mundo inteiro: qual é o nome da edificação que se encontra exatamente na ponta inferior do pentáculo invertido (a ponta que concentra o poder da magia negra)? É a Casa Branca! A sede do poder executivo da União, responsável por cumprir e fazer cumprir a lei! É simplesmente inacreditável. Surreal.
A partir de 2006 eu notei que o pentáculo invertido passou a aparecer em camisetas, junto com o pentagrama "normal" ou substituindo-o; ele passou também a ser utilizado como enfeite natalino, novamente substituindo a estrela de cinco pontas convencional, com a ponta para cima:


Diante do abismo, a escuridão infinita do nada, a princípio, aterroriza. Todavia, em pouco tempo, a exposição ao vazio, que,aliás, sempre esteve ali, à espreita, mas não era intuído, é tão desgastante que o outsider, se conseguir, tarefa difícil, sobreviver a si mesmo (e talvez seja melhor ser um insider e morrer de uma vez), perde o medo pois, agora, e pela primeira vez na história da vida universal, não tem mais nada a perder; ao contrário: tem um nada a ganhar.